Emerge dos escombros
A luz apagada que revitaliza a morte.
Terráqueo para compartir o seu mundo.
O estranho que te espanca
E cadastra-se num fio do tempo,
Apagando o histórico
Para poder sair impune.
Tem a força de quem ama,
E mente como quem quer.
Despercebidamente atraiçoa
E sacia o seu estado sedento de abnegação.
Demanda perspicácia, audácia,
Conhecimento e frieza.
Suplica determinação
E as morais resultantes dos silêncios.
Como o canto da sereia,
Espalha o caos com um beijo.
É um algo hiperbólico,
É um torcer da voz agitando a coesão da mente.
Mobiliza todo um espaço citadino.
Ilude.
E emerge de novo na nova etapa do calendário.
Dedicado a Carlos Teixeira ;)
Prima, tens mesmo muito jeito para esta arte... eu estou muito orgulhosa de ti priminha.. espero que continues a fazer estes belos, fantásticos poemas :)E mais uma vez digo: ADOREI <3
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